13 Maio 2007
MEDO MEU
Durma, medo meu,
que já é tarde para você!
Em noite de nó na garganta
sua presença não é bem-vinda.
Te escondo em minha alma,
soluço suas dores.
Por enquanto apenas durma
-sozinho em sua agonia-
deixe-me em travesseiro descansar.
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